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Publicada em 28/05/16 as 15:57h - 339 visualizações
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IMÃ

Origem do Imã e Magnetismo
Se um imã é um objeto com propriedades estranhas, invisíveis de atração e repulsão, e que atrai a atenção do homem moderno, certamente deve ter atraído a curiosidade dos homens na antiguidade, que com certeza atribuíram ao mesmo propriedades mágicas. O nome "magneto" provém da palavra Magnésia, região da Grécia Antiga onde foi descoberto um mineral com propriedades de atração e repulsão, chamado, na época, de lodestone (stone: pedra, e load: com carga, que se move), na verdade, óxido de ferro. Há relatos de que um pastor grego constatou a capacidade de algumas pedras da região da Magnésia de extrair pregos de ferro de sua sandália. Em 2700 a.C., já havia registros do uso de bússolas rústicas feitas de lodestone pelos chineses, e entre 1000 e 1200 d.C., bússolas para navegação começaram a ser utilizadas pelos europeus. Em 1600, Willian Gilbert, considerado o pai do magnetismo, publicou os primeiros conhecimentos que afirmavam que a terra é um grande imã. Em 1820, Oersted descobriu a relação entre eletricidade e magnetismo. Em 1825, Ampère determinou que duas bobinas que carregam correntes elétricas agem como imãs, e no ano seguinte, Aragon descobriu que o ferro pode ser magnetizado, bem como faraday afirmou que a eletricidade pode ser gerada trocando-se o fluxo magnético dentro de uma bobina, o principio do dínamo. Em 1920, foi desenvolvido o poderoso Alnico, um imã de maior capacidade magnética. Em 1950, surgiu o imã cerâmico, denominado ferrite, o mais utilizado pela indústria na época. Em 1970, foram descobertas as ligas de samário-cobalto (terras raras), porém com custos muito altos. Em 1980, surgiram os imãs com a liga de neodímio-ferro-boro, com maior capacidade magnética e mais barata, porém muito sensíveis às altas temperaturas. A intensidade de um imã é medida na unidade Gauss e o aparelho que mede a intensidade de um imã ou de um campo magnético é o Gauss meter, ou gaussímetro, em português. O nome da unidade de medida do imã e dos campos magnéticos "Gauss" foi dado em homenagem ao matemático alemão Carl Friedrich Gauss, um dos maiores cientistas de todos os tempos. Ele dedicou-se ao estudo aprofundado do magnetismo. Gauss inventou o heliotrópico, um aparelho capaz de concentra num ponto distante os raios solares, que trabalha refletindo os raios do sol usando um espelho e um telescópio pequeno. Em 1832, Gauss e Wilhelm Weber começaram a investigar a teoria de magnetismo terrestre depois de Alexander Von Humboldt ter tentado obter ajuda de Gauss para fazer um quadro de pontos de observação magnética ao redor da terra. Gauss já tinha escrito três importantes documentos sobre o assunto, que tratava de teoria sobre o magnetismo, medida da força magnética e magnetismo terrestre. Foi, portanto, pela dedicação desse cientista ao estudo do magnetismo que a unidade de medida da intensidade de um imã ou de um campo magnético recebeu o seu nome. 
Muitas experiências sobre biomagnetismo foram realizadas em diversos países nas ultimas décadas, com a utilização de microorganismo, animais, plantas e cultura de tecidos, revelando resultados inusitados. Observou-se que algas marinhas mantidas sobre a influencia de um campo magnético cresceram mais rápido que outras que não estavam sobre o mesmo processo, e que plantas comuns produziam muito mais hortaliças e frutos. Plantas murchas puderam ser revividas pela exposição de um campo magnético ou quando regada com água exposta a um campo magnético. Constatou-se que os imãs favorecem o crescimento e a fertilidade das plantas, que se tornam mais resistentes. Cientistas observaram que sementes expostas a um campo magnético têm a sua germinação e crescimento acelerados, sendo que suas raízes se tornam mais profundas e vigorosas se comparadas com as que não tiveram suas sementes magnetizadas. Se á água usada para irrigação for exposta a um campo magnético, as plantas irrigadas com elas crescem mais rapidamente e produzem mais do que as plantas irrigadas com água comum. Na Rússia, experiências agrícolas mostraram a possibilidade de produzir tomates e berinjelas de dimensões gigantescas se as plantas forem expostas a um campo magnético, ou se forem irrigadas com água magnetizada, tornando-se mais resistente as pragas. Plantas irrigadas com água magnetizada crescem até 40% mais rápido que aquelas irrigadas com água comum. Experiências feitas com camundongos expostos a altas doses de raio X, cujas queimaduras (radiodermite), geralmente o levariam a morte, mostraram que quando esses animais foram expostos a fortes campos magnéticos, a sobrevida aumentou de modo muito significativo. Efeitos interessantes dos imãs também foram verificados na atividade de certas bactérias, especialmente as que produzem doenças nos seres humanos, como a Staphylococus aureus, que causam problemas de pele, infecções no aparelho digestivo, problemas pulmonares e outros. Quando esses micróbios foram expostos em incubadora a campos magnéticos fortes, tiveram o seu crescimento completamente inibido após seis horas de exposição, mostrando o efeito bactericida dos imãs. Também bactérias como a Serratia marcenscens e Escherichia coli, que causam desordens intestinais, sofreram inibição completa de seu crescimento em apenas três horas de exposição a um baixo campo magnético. Todas essas experiências só apontam para a grande sensibilidade dos seres vivos aos campos magnéticos, que, na verdade regem a vida. 
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Origem da Terapia Magnetica
As terapias magnéticas é mais antiga do que se imagina. Na medicina chinesa, há registros de mais de 3 mil anos de uso de métodos terapêuticos que utilizavam imãs, como também aparecem nos antigos registros egípcios, indianos, gregos e persas. Escritos médicos persas de aproximadamente 1000 d.C. fazem referência ao uso de imãs para o tratamento de espasmos musculares. Em 350 a.C, Aristóteles já mencionava o uso terapêutico de imãs em procedimentos de cura. Em 200 a.C, Galeno um dos mais famosos médicos de todos os tempos, utilizava imãs em seus tratamentos e faz menção em mais de vinte obras médicas. Por volta do século 3 a.C., médicos gregos usavam anéis magnéticos para tratar a artrite, e mesmo pílulas confeccionadas com uma resina magnetizada para combater hemorragias. Tales de Mileto e Platão fazem menção a tratamentos com imãs em suas obras. Na Idade Média, médicos prescreviam regulamente os imãs para tratar gota, artrite, envenenamento e calvície, para limpar feridas e para retirar pontas metálicas de setas do corpo de soldados. Na Idade Moderna, na Europa, sistemas de tratamento com imãs eram muito comuns. No século XVI, o famoso médico Paracelso utilizava e defendia a terapia magnética. Na época, porem, ninguém se projetou mais no campo da terapia magnética do que Franz Mexer, que se tornou muito famoso por suas curas espetaculares. Mexer construiu artefatos magnéticos curiosos, incluindo um tipo de banheira com filamentos de ferro, por onde passava uma corrente elétrica e magnética, na qual as pessoas doentes eram colocadas. Mais tarde, o conhecido Samuel Hahnemann, o fundador da homeopatia, também acreditava e aplicava a terapia dos imãs para o tratamento de muitas doenças. Na sexta edição do Organon, a obra mais importante da homeopatia, escrita por hahnemann, na seção 287 está escrito: "As forças do imã para fins de cura podem ser usadas com muita certeza, de acordo com os efeitos positivos sobre os pólos norte e sul de uma poderosa barra magnética. Apesar de os dois pólos terem energias iguais, eles, não obstante, opõem-se na maneira de agir. As doses podem ser modificadas pela duração do tempo de contato com um ou com outro pólo, conforme os sintomas. Como um antídoto à ação violenta, basta a aplicação de uma placa de zinco polido". Na matéria Médica Pura, outro livro escrito por Hahnemann, no volume II é possível constatar quase cem páginas em que ele descreve tratamentos que utilizam medicamentos preparados com imãs, incluindo sintomas associados a esses remédios abrangidos pelas três diferentes propriedades dos imãs: Magnetis Poli Ambo, com 397 sintomas; Magnetis Polus Articus, com 459 sintomas, e Magnetis Polus Australis, com 387 sintomas. Mais tarde o doutor H. C. Allen dedicou 48 páginas do seu matéria Médica of Nosodes aos sintomas de três medicamentos magnéticos, que podem ser encontrados também no famoso Boerick's Pocket Manual of Homeopathic Material Medica. Essas indicações mostram a importância dada pelos médicos ao tratamento de doenças por medicamentos magnéticos, ainda recomendados por grandes nomes da homeopatia. Em 1924, o doutor Albert Abrams inventou a radiônica, um método que usa um sensor eletromagnético para detectar deficiências vitaminicas e minerais no organismo. Embora a Associação Médica Americana tenha rejeitado, a princípio, a invenção, a radiônica firmou-se mais tarde no meio médico, recebendo, atualmente, o aval do FDA (Food and Drugs Administration), o órgão nos Estados Unidos responsável pela legislação sobre alimentos, drogas e aparelhos médicos. 
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A Terapia Magnetica nos Tempos Atuais
A terapia magnética foi alvo de muitas controvérsias, e foi tida, inclusive, como charlatanismo por setores mais conservadores. Como já foi mencionada, a terapia magnética é reconhecida pela FDA e recomendada pela Organização Mundial da Saúde, principalmente depois de 1984, com o estímulo mundial por parte do órgão para prática integrativa e complementar de medicina. Em 1982, o JAMA, Jornal da Associação Médica Americana, publicou um trabalho apontando o sucesso do uso dos imãs no tratamento de fraturas ósseas de difícil consolidação. Hoje em dia, a NASA coloca ímãs nas cápsulas espaciais para reduzir os sintomas de fraqueza e falta de energia que comumente acomete os astronautas. Desde 1980, diversos trabalhos apontam para as possibilidades de cura de alguns tipos de câncer por intermédio do uso de ímãs. Até há bem pouco tempo, contudo, o uso dos ímãs para a saúde carecia de explicação científica, embora as evidências de resultados positivos fossem marcantes. É certo que a terapia magnética utilize uma energia natural, o magnetismo, que é fundamental e necessário para a vida e para a saúde. Um campo magnético estável caracteriza-se por ser um meio natural que fornece ao corpo um manancial energético curativo, capaz de penetrar no amargo dos tecidos e células. Atualmente diversos estudos apontam que ímãs aplicados ao corpo são capazes de reduzir ou eliminar diversos tipos de dores, por meio de bloqueio das vias eferentes do sistema nervoso. Atualmente, no Japão e em diversos países asiáticos, a terapia magnética é licenciada como recurso médico. Na Austrália, Rússia e em diversos países europeus, principalmente na Alemanha, terapias magnéticas são cobertas pelos planos de saúde oficiais e particulares. Contemporaneamente, a medicina ocidental tem usado a energia magnética como meio diagnósticos, pela ressonância magnética, e também tem aplicado eletroímãs potentes para acelerar a recuperação de fraturas ósseas. A terapia magnética esta cada vez mais conhecida e popularizada entre os profissionais de saúde, incluindo veterinários, educadores físicos e pela própria população em geral. É fato comprovado que a população mundial está se tornando cada vez mais velha, e os custos com cuidados médicos estão cada vez mais elevados. Mas por causa da simplicidade e da praticidade da terapia magnética, as despesas com cuidados médicos na terceira idade podem se reduzir significativamente, fazendo da terapia magnética um importante recurso terapêutico no futuro. Em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos, Japão e China, é grande o comércio e a procura de artefatos magnéticos para á saúde, tais como colchões, almofadas, roupas, sapatos, palmilhas, joelheiras, travesseiros, encostos de bancos para motoristas, pulseiras, colares, magnetizadores de água etc. Durante a Guerra Civil nos Estados Unidos, principalmente nas áreas rurais, onde havia escassez de médicos, vendedores proclamavam a existência de campos magnéticos no sangue e no corpo, que poderiam estar enfraquecidos; ofereciam uma quantidade enorme de produtos com ímãs para corrigir tais distúrbios, com indicação ampla para casos de asma, convulsões, cegueira, câncer e outros problemas, de modo que o uso de magnetos tornou-se muito popular no final do século XIX e XX na América. Atualmente os ímãs têm sido aplicados em uma quantidade maior de doenças, incluindo dores, pressão alta, artrite, problemas respiratórios, reumatismos e até mesmo contra o estresse. Uma pesquisa nos Estados Unidos, em 1990, mostrou que 18% dos pacientes portadores de osteoartrite, fibromialgia e artrite reumatóide, mesmo sob cuidados médicos, faziam uso de algum artefato magnético, e o segundo grupo que mais utilizava esses mesmos recursos era de pacientes da quiroprática. Uma estimativa apontou que norte-americanos investem cerca de 500 milhões de dólares em aparelhos ou produtos magnéticos anualmente e, no mundo inteiro, são investidos cerca de 5 bilhões de dólares com esses produtos. 
A Terra é um imenso Imã
Denomina-se geomagnetismo o campo magnético do nosso planeta, campo esse formado por linhas de força de potencial extremamente reduzido, mas que, quando juntas, formam um tremendo campo de força, com seus pólos (norte e sul) e suas capacidades de atração e repulsão, que mantêm a terra suspensa no espaço, juntamente com os demais astros; a isso se denomina "harmonia magnética das esferas". Desse campo faz parte a força da gravidade e as energias telúrico-magnéticas que viajam intensamente por todo o orbe. Há cientistas que consideram o geomagnetismo como algo diferente da força da gravidade, mas a hipótese gravi-magnética propõe que uma massa em rotação tem o mesmo efeito magnético que uma carga elétrica em movimento. As constantes de força respectivas determinam essa relação, gerando a força da gravidade. Desconhecer ou mesmo negar o fato de a terra ser um imenso ímã é estar alienado de uma realidade contundente. É uma constatação científica inegável, sendo que muito já foi descoberto nessa área do conhecimento, e muito ainda está por ser descoberto. A própria origem do campo magnético terrestre tem sido alvo de muitos estudos, e as posições ainda são divergentes. O mais plausível é que exista um imenso núcleo de ferro fundido (magnetizado) no centro do planeta, que funciona como uma fonte geradora de campo magnético. Há cientistas que sugerem que o campo magnético da terra seja formado pela ionização das camadas de ar que envolvem a esfera. Mas seja qual for a teoria ou a hipótese, a verdade é que o campo magnético existe e pode ser medido pela utilização de artefatos específicos. É por meio desses aparelhos que a ciência já constatou a presença de um grande campo magnético no interior do planeta. Os aparelhos medem também o campo magnético na superfície da terrestre, que é da ordem de 0,5 gauss, estendendo-se até 64 mil quilômetros a partir da superfície, formando a zona conhecida como magnetosfera. Certamente, esse campo magnético exerce influência profunda e constante sobre todos os fluidos e organismos vivos, tanto animais como vegetais. O modo mais simples e rápido de constatar o magnetismo da terra, porém, é por um instrumento quase rudimentar, que é uma agulha imantada, ou bússola. Ela foi a maior invenção de todos os tempos para os navegantes. Se a terra não tivesse um campo magnético, a bússola nem teria sido inventada. Basta girar o corpo segurando uma bússola para constatar as mudanças de posição magnética. 
O Campo Magnético do Corpo Humano
O corpo humano é comparável a um computador, em que tudo e todas as funções ocorrem por meio de impulsos elétricos complexos gerados pelo sistema nervoso central, que é formado por mais de 15 bilhões de células especializadas, que recebem as sensações externas e enviam-nas para todo o organismo. Esses impulsos podem ser facilmente mensurados, e já se sabe que a corrente elétrica cerebral tem o potencial de 20 watts entre os neurônios que, na verdade são verdadeiras usinas de energia elétrica, em pequenas proporções. As ondas cerebrais captáveis, por exemplo, num exame chamado eletro encefalograma, são da ordem de 20 watts de potência elétrica, que nada mais é que uma forma mais reduzida de ondas eletromagnéticas. Qualquer célula é um micro dínamo gerador de bioeletricidade, que faz isto por meio de um combustível composto por glicose e oxigênio. A célula nervosa, contudo, é a mais carregada em carga elétrica e, ao mesmo tempo, aquela que se descarrega com mais velocidade. O corpo humano possui, ainda, vários componentes químicos, átomos e moléculas compostas por elementos como zinco, ferro, cobre, carbono, fósforo, cálcio, potássio, sódio, etc., que se combinam para formar uma verdadeira bateria elétrica, que se carrega por meio dos alimentos ingeridos. A ciência hoje mostra que toda corrente elétrica produz, invariavelmente, um campo magnético. Órgãos do corpo humano geram campos magnéticos flutuantes de varias freqüências, sendo que o cérebro é o de maior potencial. A força do campo magnético da terra é da ordem de 0,5 Gauss, mais os campos magnéticos estáticos do corpo humano são mais de 4 vezes maiores que o da terra. Recentemente, descobriu-se que cada célula do corpo humano, além de ser um pequeno dínamo de energia é um micro campo magnético, apresenta também ritmos biológicos, sendo que a sua função é afetada pelos ritmos biológicos de todas as outras células. Os milhares de ritmos celulares individuais diferentes determinam um ritmo maior, como é o caso dos batimentos cardíacos. Para uma boa saúde, é necessário que o campo magnético formado pelo corpo humano seja íntegro e harmônico. Porém essa condição sofre a influência positiva ou negativa de fatores externos, e causam reflexos consideráveis em todo o organismo e em todas as funções orgânicas, principalmente as bioelétricas. 
Síndrome da Deficiência Magnética
Conforme já apontamos, o corpo humano é um tipo de ímã com pólos positivo e negativo, sendo que o equilíbrio da energia entre esses pólos é o fator que protege as células, que por sua vez são individualmente magnetizadas. Esse equilíbrio é necessário, conforme já mencionado, para que o sangue e a linfa fluam normalmente. A estrutura magnética do corpo humano precisa estar em harmonia com o campo geomagnético para que exista equilíbrio. Esta é uma condição fundamental para a vida, conforme comprova a ciência. Já que o campo magnético natural da terra cobre toda a superfície, todos os serem são penetrados por energia magnética. Metais como ferro e níquel são magnetizados mais facilmente, enquanto os seres humanos e outros organismos também o são, mais com menos intensidade. No corpo humano, a medida de intensidade magnética oscila entre 0,1 a 0,3 Gauss. Foi comprovado, por numerosos estudos em todo o mundo, que campos de 250 a 3 mil Gauss são capazes de estimular a capacidade magnética do organismo elevando-o a níveis adequados. Infelizmente, o campo magnético terrestre não está em boas condições, por causa da interferência do ser humano na natureza, principalmente com a aquecimento global (que altera a distribuição adequada das linhas magnéticas sobre a crosta), as explosões nucleares, a ruptura e afinamento da camada de ozônio, a poluição atmosférica, a redução das florestas, as queimadas etc. Cientistas japoneses como o doutor Naoto Kawaida, da Universidade de Osaka, já em 1976 anunciava, os resultados de suas observações científicas, apontando que a terra esta sofrendo de uma carência magnética, mostrando que nos últimos quinhentos anos o campo magnético do planeta reduziu-se pela metade, e nos últimos cem anos essa redução acentuou-se. Também existe o fato do ser humano viver e trabalhar em construções angulosas, fechados em verdadeiras jaulas de vergalhões metálicos e concreto, calçados de sola de borracha (que isola o corpo do magnetismo do solo), tudo isto contribui para a quebra da harmonia entre a energia magnética do corpo humano e a da terra, tendo como principal efeito o surgimento das doenças, por causa desse fato é que ocorrem tantas doenças de "causas desconhecidas", processos degenerativos, disfunções, mutações etc. Constatando-se atualmente diversos sintomas provenientes da falta do magnetismo tais como dores lombares, dores de cabeça inexplicáveis e repentinas, dores irregulares nos pés e nas mãos, vertigem, perda de memória, cansaço corporal, formigamentos, câimbras sem causa aparente, prisão de ventre, sensação de peso em várias partes do corpo, pressão arterial anormal, alterações nas funções digestivas, falta de motivação, etc., entre outros problemas que, geralmente são atribuídos a disfunção no sistema nervoso autônomo. No entanto, cientistas e médicos experientes têm mostrado que esses e outros problemas são causados por influencia negativa do campo magnético terrestre, o que se denomina mais modernamente de síndrome da deficiência magnética. Os cientistas Shiro Saito, diretor do serviço cirúrgico da Escola Universitária de Kikei, em 1975, e Kyoichi Nakagawa, diretor do hospital de Isuzu, em 1977(este considerado o papa da terapia magnética moderna), descobriram os sintomas resultantes da carência do campo magnético sobre os seres humanos. Certamente, essas disfunções e sintomas só podem ser eliminados pelas correções de suas causas, que é exatamente a reposição do magnetismo.

Terapia magnética ganha status de disciplina científica
As propriedades terapêuticas e curativas dos materiais magnéticos são difundidas desde a Grécia Antiga. Mas, até agora, não havia evidências científicas que dessem embasamento à crescente indústria de braceletes, palmilhas e uma série de outros produtos disponíveis comercialmente no mundo todo para a prática da chamada terapia magnética.
Terapia magnética
A fama e o uso disseminado desses acessórios magnéticos chamou a atenção de uma equipe de médicos norte-americanos, que descobriram que pelo menos algumas das apregoadas vantagens terapêuticas dos magnetos são realmente verdadeiras. A terapia magnética é mesmo eficiente, por exemplo, no aumento do fluxo sangüíneo.
A descoberta poderá permitir que essas técnicas de terapia magnética sejam melhor exploradas e utilizadas por atletas e até por pessoas sujeitas a momentos de grande exigência física e mental, como estudantes durante as provas do vestibular.
Efeitos sobre a circulação
As empresas que comercializam magnetos anunciam que seus produtos servem para o tratamento de diversos males, da artrite à depressão. A equipe do Dr. Thomas Skalak se concentrou na pesquisa dos efeitos dos materiais magnéticos sobre a microcirculação - o fluxo de sangue nos menores vasos sangüíneos do corpo humano.
Skalak e sua orientanda Cassandra Morris se concentraram inicialmente no maior argumento utilizado pelas empresas que vendem produtos para terapia magnética: o argumento de que os ímãs melhoram o fluxo sangüíneo.
Melhoria do fluxo sangüíneo
As pesquisas feitas em animais deram forte suporte a este argumento, representando provavelmente a primeira evidência científica documentada e academicamente aceita de que a terapia magnética possa ter utilidade real para tratamentos que requeiram um aumento no fluxo sangüíneo localizado.
No estudo, ímãs de 70 miliTesla - cerca de 10 vezes mais fortes do que um ímã de geladeira - mostraram um forte efeito, expandindo vasos que haviam sido artificialmente constritos e contraindo vasos que haviam sido artificialmente dilatados. Os resultados mostram que a terapia magnética pode induzir o relaxamento de vasos em tecidos com suprimento de sangue deficiente - ou seja, os ímãs realmente aumentam a circulação sangüínea.
Tratamento de inflamações e inchaços
Em outro teste, os pesquisadores avaliaram o efeito dos magnetos sobre inflamações causadas por traumas. A dilatação dos vasos sangüíneos é uma das principais causas de inchaços no caso de traumas em áreas de tecidos moles, como músculos e ligamentos.
Também nesse caso os ímãs tiveram um efeito fortemente positivo, combatendo o inchaço sem a apresentação de nenhum efeito colateral. Os testes mostraram que os magnetos reduzem significativamente os inchaços, principalmente se forem aplicados logo após o trauma.
Terapia magnética para atletas
Os cientistas agora planejam estender os estudos para pacientes humanos, utilizando atletas de ponta como cobaias. Eles descobriram que a força do magneto - a intensidade do seu campo magnético - é um elemento-chave na redução dos inchaços e que essa característica ainda não é explorada pelos equipamentos de terapia magnética disponíveis comercialmente.
"Nós agora esperamos implementar uma série de passos, incluindo parceiros privados e eventualmente um grande sócio corporativo, para concretizar essa infinidade de aplicações que irão fazer uma diferença positiva para a saúde humana," diz Skalak.


Alguns colchões magnéticos possuem além do benefício da ação terapêutica dos ímas, a ação do Infravermelho Longo. Mas o que é o Infravermelho Longo? E quais são os benefícios produzidos por ele? Bem, este Post tem por objetivo trazer esclarecimentos sobre este importante assunto para a saúde humana.
O que é o Infravermelho Longo?
A radiação infravermelha foi descoberta em 1800 por William Herschel, um astrônomo inglês de origem alemã. Hershell colocou um termômetro de mercúrio no espectro obtido por um prisma de cristal com a finalidade de medir o calor emitido por cada cor. Descobriu que o calor era mais forte ao lado do vermelho do espectro, observando que ali não havia luz. Esta foi a primeira experiência que demonstrou que o calor pode ser captado em forma de imagem, como acontece com a luz visível.

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